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A Rede Sustentabilidade condenou, por meio de nota, a decisão do PSB de apoiar a reeleição  do governador Geraldo Alckmin em São Paulo. A aliança criou um atrito entre Marina Silva e Eduardo Campos  no maior colégio eleitoral do país, Marina defendia uma candidatura própria da ex-prefeita de São Paulo Luiza Erundina (PSB).  No texto, a Rede diz ter acompanhado “pela imprensa a consolidação do apoio do PSB à candidatura de Geraldo Alckmin”. A nota recorda que a parceria só ocorreu porque o TSE negou à Rede, no ano passado, o registro de nascimento. “Isso fez com que vários pré-candidatos da Rede se filiassem no PSB, para poderem concorrer ao pleito” de 2014, escreveram os porta-vozes do movimento Rede de Marina. Na sequência, o documento insinua que a decisão do PSB representa uma quebra de compromisso.“O PSB local parece tomar rumo diverso, a despeito de todos os esforços e opções oferecidas pela Rede no sentido de construir uma candidatura própria”, diz a nota, antes de informar que “o diretório estadual da Rede deve se reunir na próxima semana para definir seu posicionamento no novo cenário.”

Em recente pesquisa da DataFolha realizadaa em São Paulo, o Governador Geraldo Alckmin (PSDB) aparece com 44% das intenções de votos, seguidos por Paulo Skaf (PMDB) com 21%; Gilberto Kassab (PSD) com 5% e Alexandre Padilha(PT) com 3%; o Datafolha também mediu intenções de voto ao Senado e o ex-governador José Serra lidera com 41%, contra 32% de Eduardo Suplicy, que concorre à reeleição