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Às vésperas da convenção nacional do PMDB, o pré-candidato ao Senado da chapa das oposições, Geddel Vieira Lima, prefere não apostar na aprovação da aliança entre o seu partido e o PT para a Presidência da República. “Eu acredito que, quando há votos em jogo, tem que esperar para ver o que a maioria decide. Acho que vai ser uma votação extremamente apertada, disputada”, estimou. Perguntado sobre o resultado, Geddel acrescentou: “Não tenho palpite nem para a Copa do Mundo, quanto mais para isso”, comparou. O vice-presidente, Michel Temer (PMDB), já trabalha para conseguir apoio para aliança entre a legenda e o PT e a repetição da chapa de 2010, ao lado da presidente Dilma Rousseff. Na Bahia, entretanto, as duas siglas estão em palanques separados. Segundo Geddel, não ocorrerão conflitos caso a coligação se estabeleça. “Não muda nada. Faço parte da executiva nacional e houve apenas o comunicado da minha candidatura e acabou. Essa questão está resolvida”, garantiu.

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