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No grupo que já prepara o plano de governo do candidato Paulo Souto, do DEM, um ítem tem motivado profunda discussão: trata-se da medida a tomar com relação aos helicópteros para uso do governador adquiridos na gestão Jaques Wagner (PT). A maioria dos auxiliares de Souto defende a venda imediata das aeronaves como forma, inclusive, de capitalizar o Estado, envolto em problemas de caixa já de todo públicos e que podem ainda se agravar se aumentar a inflação e a economia passar a padecer, como se imagina, neste segundo semestre. Mas um outro motivo também tem aparecido para a medida num eventual governo Souto: a necessidade de o governante se manter mais próximo do povo e acompanhar mais de perto a rotina da cidade, o que as viagens exclusivas pelo ar não permitem. (…) Entre as inspirações para a medida de vender os helicópteros do Estado na equipe que elabora o plano de governo de Paulo Souto (DEM) estão o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, que acaba de vender a aeronave do estado paulista a uma denominação da Igreja Universal do Reino de Deus por R$ 1,9 milhão, numa licitação em que a instituição foi a única participante.

 

Tribuna da Bahia